O pior de tudo é quando a ferida não fecha. Ainda ameaça sarar, começar a assumir a pele saudável e enfrentar os ventos fortes sem medo. Mas só ameaça.
Acreditamos que somos realmente fortes, que temos anticorpos suficientes para ultrapassamos "apenas mais um corte". Mas não é assim, é? Por mais golpes que te sejam infligidos, você não aprende como tratá-los, evitá-los, e principalmente, esquecê-los.
É como aquela unha encravada, todo o pezinho que passa ao lado, insiste em pisar. Uma palavra, um sorriso mais aberto, um olhar mais demorado...
De quem é a culpa? Da mudança de clima? De quem esquece de colocar o remédio? Ora...aqui não há culpados e inocentes, apenas corações bobos que julgam poder viver separados.
É como aquela unha encravada, todo o pezinho que passa ao lado, insiste em pisar. Uma palavra, um sorriso mais aberto, um olhar mais demorado...
De quem é a culpa? Da mudança de clima? De quem esquece de colocar o remédio? Ora...aqui não há culpados e inocentes, apenas corações bobos que julgam poder viver separados.

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